
Dispa-me, pois, que meus arrepios te querem falar
Do prazer singular ao trocarmos os fluídos
Do calor temperado pelos nossos odores
Me cobre de querer, me entorpece de desejo
Dispa-me com uma certa urgência
Que meus sussurros têm pressa de ti
E a minha presença te quer elevar
Ouse ser tudo quanto és
Que serei o que queres e sou
Ausente de pudores
Dispa-me mesmo que eu não queira
Sem ternura ou sentimentos
Seja veloz
Porque ainda que não queira
Eu hei de querer, acredite!
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Lai Paiva
Por favor não me interprete mal ou me julgue crapuloso.
ResponderExcluirQue poema voluptuoso.
Esse texto foi tão intenso que me deixou palpitante. Ufa!
Muito bom. Muito bom mesmo! =)